| Divulgação |
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| Cena do filme |
Canguru Jack é uma farsa aguda e boba sobre um marsupial mais vivo e realista do que os outros personagens de carne e osso.
Jerry O''''''''''''''''Connell interpreta Charlie Carbone, um cabeleireiro do Brooklyn que está profundamente endividado com seu padrasto mafioso, Sal Maggio (Christopher Walken). Como se esta conexão criminosa já não fosse suficientemente complicada, Charlie também é pouco leal a seu amigo de longa data Louis Booker (Anthony Anderson), que é um enganador em período integral.
Logo no começo, Charlie precipitadamente concorda em ajudar Louis a entregar um carregamento de mercadorias quentes, o que acarreta em uma perseguição com dezenas de viaturas policiais.
Charlie e Louis acabam guiando inadvertidamente os policiais a um depósito, obviamente, administrado pelo padrasto de Charlie.
Para punir os dois, Sal manda Charlie e Louis para um lugar remoto na Austrália para entregar um envelope de dinheiro a um misterioso Mr. Smith (Martin Csokas). Mas, enquanto estão dirigindo pelo interior australiano, os anti-heróis atropelam um canguru.
Pensando que a criatura tinha morrido, eles começam a tirar fotos com o animal e chegam a vesti-lo com a "jaqueta da sorte" de Louis.
Eis que o canguru volta à vida e vai embora com a jaqueta. Naturalmente o envelope com o dinheiro está em um dos bolsos, o que significa que Louis e Charlie passam o resto do filme tentando alcançar o marsupial.
Nesta perseguição, os amigos desajeitados não têm empatia na tela. A forma com O''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Connell e Anderson conduzem o infortúnio de seus personagens faz o espectador desejar a delicadeza dos Três Patetas. Na melhor das hipóteses eles são irritantes; na pior, pavorosos.
Na pele de Sal, Walken tem um ou dois bons momentos e acrescenta mais um papel zombeteiro e doido ao seu currículo.
Trabalhando com o roteiro elaborado por Steve Bing e Scott Rosenberg, o diretor David McNally (de Show Bar) ressalta cada parte cômica com um entusiasmo que beira o desespero.
Os trabalhos técnicos - incluindo a fotografia australiana - são de primeira classe. Graças a especialistas em animação digital, o personagem principal é inserido na película sem remendos. E as expressões da criatura são genuinamente divertidas.
Reuters