| Divulgação |
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| Cena do filme |
Depois de comprovar seu poder nas bilheterias com O Escorpião Rei, o lutador e ator Dwayne "The Rock" Johnson volta em Bem-vindo à Selva, uma aventura amazônica repleta de testosterona e com alguns toques de comédia.
O diretor Peter Berg - cujo trabalho de estréia, Uma Loucura de Casamento, foi uma comédia de humor negro ao extremo - leva as coisas ao limite também desta vez, com resultados nem sempre bons.
Trabalhando a partir de um roteiro de R.J. Stewart e James Vanderbilt, ele brinca com convenções como tiroteios em faroestes, lutas marciais e amizades masculinas.
Beck (The Rock) trabalha para o malévolo Walker (William Lucking) como pau para toda obra. Mas o que ele realmente quer é trocar as artes marciais pelas culinárias, abrindo um pequeno restaurante.
Walker lhe promete o dinheiro de que ele precisa para abrir o restaurante, desde de que Beck faça um último trabalho para ele.
O trabalho em questão o leva à selva do Brasil, onde ele deve encontrar e trazer para casa o filho de Walker, Travis, que abandonou a faculdade e, para fugir de dívidas de jogo, embarcou numa aventura na Amazônia.
Um piloto totalmente imprudente com sotaque escocês (Ewen Bremner) leva Beck até uma pista de pouso repleta de gado, num local conhecido como El Dorado.
Beck encontra Travis (Seann William Scott, da trilogia American Pie) sem dificuldade, mas este não quer ser levado para casa. Ele está prestes a localizar um tesouro: um objeto lendário de ouro, o Gato Diablo, que está escondido na floresta.
Uma barwoman chamada Mariana (Rosario Dawson, convincente no papel), que também é membro do grupo de rebeldes acampados fora da cidade, vê o objeto de ouro como instrumento de justiça.
Como ele vale milhões, pode libertar os moradores locais do déspota norte-americano que controla suas vidas, um personagem demoníaco representado por Christopher Walken.
As cenas de luta levam Beck a enfrentar um dos rebeldes (Ernie Reyes Jr.) em cenas que, apesar de se passarem na floresta amazônica, dão a impressão de ter sido idealizadas em Hong Kong - graças às coreografias de Andy Cheng, que trabalha como dublê de Jackie Chan e que já tinha colaborado com The Rock em Escorpião Rei.
Saiba mais no site oficial do filme
Reuters