| Divulgação |
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| Cena do filme |
Impulsividade, é um filme bem dirigido, com um ótimo elenco e tem até um final feliz. E, no entanto, a trama desperta pouco apelo emocional.
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Talvez famílias de classe média presas em vidas limitadas em subúrbios tenham se tornado lugar-comum no cinema norte-americano.
O diretor-roteirista Mike Mill, um documentarista, designer gráfico e produtor de videoclipes, reuniu um impressionante time para seu primeiro filme. Tilda Swinton e Vincent D'Onofrio fazem os pais preocupados, Vince Vaughn é um instrutor de debate em conflito e Keanu Reeves e Benjamin Bratt concordaram em participar em papéis secundários. Além disso, há Lou Pucci, um jovem promissor.
Mas a verdadeira questão é se o poderoso elenco vai conseguir vender essa produção para o público adulto.
O filme, baseado em um romance de Walter Kirn, começa com a crescente preocupação de uma família do Oregon com o hábito de seu filho mais velho, Justin (Pucci), de chupar o dedo.
O dentista alternativo Lyman (Reeves) aplica no garoto uma terapia de hipnose e instrui Justin a tirar força de seu "poder animal". Quando o resultado é a hiperatividade, membros da escola recomendam a Justin a droga Ritalin.
De repente, ele vira um campeão de debates, mas acaba abandonando a equipe quando pára de tomar suas pílulas e decide ir atrás da garota que lhe atrai, Rebecca (Kelli Garner).
Ela apresenta a Justin maconha e jogos sexuais como substitutos da prática de chupar o dedo. No final, ele chega a um acordo com seus medos e os de seus pais e percebe que a "resposta" é que não existe uma resposta.
O filme lança essa banalidade como se fosse uma descoberta profunda.
Reuters