> Cinema  > Filme

  notícias por e-mail fale conosco rss  
 Especiais
Berlim 2009
Festival de Cannes
Festival de Gramado
Globo de Ouro 2009
Oscar 2009

 Sites Relacionados
Fox Film
Fox Vídeo
Diversão
TV
Guia de Cidades
Séries de TV
Sonora


 Notícias por E-mail
Receba as últimas notícias no seu e-mail

 Fale Conosco
Mande suas críticas e sugestões. Participe!


Filmes
Marcas da Vida
Título original
Red Road
Gênero Drama,Suspense
Ano 2006
País de origem Reino Unido
Distribuidora California Filmes
Duração 113 min.
Classificação 18 anos
Língua Inglês
Cor Colorido
Diretor Andrea Arnold
Elenco Kate Dickie, Tony Curran, Martin Compston
Resenha
Premiado 'Marcas da Vida' é suspense inquietante
Divulgação
Cena do filme
Poucas estréias na direção de longas são tão acertadas como a da inglesa Andrea Arnold e seu Marcas da Vida, vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes.

» Confira onde assistir ao filme
» Assista a trailers inéditos!

Trata-se de um suspense ambientado no mundo atual, em que o pesadelo de câmeras que o escritor George Orwell criou em seu livro 1984 se tornou tão banal, que qualquer um pode ser o ditador de seu próprio mundo, tamanha a facilidade em observar a vida alheia.

É nesse contexto que se apresenta Jackie (Katie Dickie), uma operadora de câmeras de segurança que passa o dia enclausurada numa sala. Seu trabalho consiste em observar uma série de monitores ligados a câmeras espalhadas pela cidade de Glasgow.

O que essa mulher tanto olha não é tão simples quanto parece. Cercada de aparatos, como teclados e joysticks, ela tem a possibilidade de aproximar cenas, editar e redefinir as imagens capturadas - o que até sugere que ela poderia ser uma cineasta.

Essa intromissão dela, que a princípio parece ser inofensiva, mostra-se mais complexa, com interesses nada nobres. Muito além de fazer segurança, Jackie é o Big Brother de seu próprio mundo e, nesse conceito, é capaz de criar e aplicar suas próprias leis, fazer justiça com as próprias mãos.

O roteiro, assinado pela diretora, permite que a tensão surja gradualmente. Se em sua primeira hora Marcas da Vida passa uma sensação vaga de desconforto, na segunda metade essa sensação se concretiza e intensifica. É quando Jackie se torna personagem das imagens que ela capta, não mais apenas observadora.

A vida de Jackie é solitária e triste. Praticamente não tem amigos, não se interessa por ninguém. Porém, entra na frente de uma das câmeras que observa Clyde (Tony Curan), um homem que certamente está ligado ao passado dela. Mas essa conexão só será explicada mais tarde.

Clyde vive no condomínio Red Road (que dá o título original ao filme) e é uma espécie de mentor de Stevie (Martin Compston) e sua namorada, April (Natalie Press). Aos poucos, Jackie vai abandonando suas tarefas em frente aos monitores e passa a seguir apenas Clyde.

Nesse ponto, Marcas da Vida joga com a questão da ética e poderia também cair no melodrama, dada a relação entre os dois personagens. Mas a diretora é hábil o bastante para encaminhar a história num outro caminho.

Reuters





 
 » Conheça o Terra em outros países Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2009,Terra Networks Brasil S/A   Proibida sua reprodução total ou parcial
  Anuncie  | Assine | Central do Assinate | Clube Terra | Fale com o Terra | Aviso Legal | Política de Privacidade