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| Cena de Viagem Maldita 2 |
Após o sucesso estrondoso de bilheteria, o mestre do terror, Wes Craven, banca a seqüencia de Viagem Maldita. O primeiro filme trata-se de um remake de Quadrilha de Sádicos, no qual assumiu a direção em 1977. Com algumas leves mudanças técnicas e de roteiro, a continuação vai repetir a mesma fórmula com mutantes no deserto.
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Viagem Maldita, a versão dirigida pelo francês Alexandre Aja, somou em arrecadação mais de U$ 50 milhões nas primeiras semanas em cartaz, certa de três vezes o orçamento. Mas nem por isso é possível esperar uma superprodução desta seqüência. O cenário é simplesmente um deserto no Novo México e os atores ainda são pouco conhecido do grande público.
Além de produtor, Wes Craven também assumiu o roteiro ao lado de seu filho Jonathan. Ambos prometem aos fãs que a história será bem diferente de Quadrilha de Sádicos 2, de 1985, que foi massacrado pela crítica.
No primeiro filme, uma família em férias é capturada por seres deformados por testes nucleares. Agora esse clã de mutantes ataca novamente. As vítimas são militares da Guarda Nacional que buscam um campo de pesquisa, mas que descobrem não existir mais.
Michael J. Bassett, de Guerreiros do Inferno, foi o primeiro escalado para a direção, mas abandonou o projeto por causa da agenda cheia. Martin Weisz tomou seu lugar e dirige o filme. Apesar de ainda ser um novato do cinema, ele pode ajudar a promover o lançamento graças à polêmica de sua última produção. Ele dirigiu Butterfly (2006), que foi proibido na Alemanha por contar a história de Armin Meiwes, o chamado "canibal de Roteburgo".
Mesmo bem longe da estréia - marcada para 2 de março nos EUA e 27 de abril no Brasil - o filme já gerou polêmica. Um delas é sobre o pôster, cuja primeira versão foi censurada. A Motion Picture Association of America (MPAA), o órgão que regulamenta a censura dos filmes nos EUA, barrou o cartaz em que um mutante carregava uma pessoa num saco com a mão arranhando no chão. A nova versão não tem mais a mão.
Redação Terra