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Filmes
Piaf - Um Hino ao Amor

Título original
La vie en Rose- La Mome Piaf
Gênero Drama
Ano 2007
País de origem França, Reino Unido
Distribuidora Europa Filmes
Duração 140 min.
Classificação 12 anos
Língua Francês
Cor Colorido
Som Dolby
Diretor Olivier Dahan
Elenco Marion Cotillard, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Gérard Depardieu
Vídeos Veja o trailer do filme
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Resenha
'Piaf' faz retrato da mais popular cantora francesa
Divulgação
Edith Piaf (1915-1963), a mais popular cantora francesa de todos os tempos, ganhou na atriz Marion Cotillard uma intérprete à sua imagem e semelhança, como mostra no filme Piaf - Um Hino ao Amor.

» Assista a trailers inéditos

O longa foi selecionado na competição principal do Festival de Berlim de 2007.

Cotillard, 32 anos, transfigura-se para encarnar a cantora da juventude à morte precoce, aos 47 anos, como resultado de uma vida marcada por tragédias e pelo abuso de álcool e drogas.

Nada disso, no entanto, impediu que Piaf encontrasse o caminho para o sucesso e um lugar definitivo no coração dos franceses.

Ela tornou-se a intérprete inesquecível de canções como La Vie en Rose, Je Ne Regrette Rien, Padam-Padam, Rien de Rien, todas elas na trilha sonora do filme, algumas vezes na voz da própria Piaf, outras, na de Marion Cotillard.

Sem a intenção de cobrir todos os episódios da vida de sua protagonista, recheada também de muitos amores, o filme de Olivier Dahan (Rios Vermelhos 2 - Anjos do Apocalipse) procura retratar sua personalidade.

Nascida pobre, no bairro de Belleville, em Paris, filha de uma cantora de rua (Clotilde Courau) e de um contorcionista (Jean-Pierre Rouve), a pequena Edith passou um breve período da infância num bordel. Sua avó paterna era gerente do lugar e foi encarregada de seu cuidado depois que a mãe abandonou a família e o pai foi lutar na Primeira Guerra Mundial.

Nesse ambiente, a menina de 5 anos (nessa fase, interpretada por Manon Chevallier) vira o xodó da casa, tornando-se a protegida de uma das prostitutas, Titine (Emmanuelle Segnier).

Quando o pai volta da guerra, cai na estrada com a menina para uma vida mambembe. A rua será a única escola artística para Edith. É lá que ela começa a cantar e rapidamente torna-se uma atração maior do que o pai. Adulta, canta na rua, sozinha ou com uma parceira (Sylvie Testud), tendo como amigos bêbados, marginais e ladrões.

Talento bruto, ela não passa despercebida do empresário Louis Laplée (Gérard Depardieu). Ele é o primeiro a identificar naquela voz de timbre agudo o potencial de uma futura estrela dos palcos.

Também foi ele que a batizou como Piaf, palavra que num dialeto regional francês quer dizer "pardal". O nome se refere à pequena estatura da cantora.

A conquista do posto de cantora no Gernys, o cabaré de Laplée, não demora a ser abalada por um assassinato, que interrompe temporariamente a carreira de Edith.

Ela sobrevive, no entanto, a estes sucessivos altos e baixos, em que o acaso e as paixões fulminantes exercem um grande papel. Um dos maiores amores foi pelo boxeador de origem argelina Marcel Cerdan (Jean-Pierre Martins), um homem casado.

Sem querer constituir uma cinebiografia completa, o filme deixa de lado alguns acontecimentos cruciais de sua vida, como sua colaboração à Resistência antinazista na França ocupada durante a Segunda Guerra Mundial.

Reuters





 
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