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Filmes
A Guerra dos Rocha
Título original
A Guerra dos Rocha
Gênero Brasil,Comédia
Ano 2007
País de origem Brasil
Distribuidora Globo Filmes
Duração 92 min.
Classificação livre
Língua Português
Cor Colorido
Diretor Jorge Fernando
Elenco Taís Araújo, Marcello Antony, Lúcio Mauro Filho, Diogo Vilela
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Resenha
Fontoura vive matriarca em 'A Guerra dos Rocha'
Divulgação
A Guerra dos Rocha é mais um dos produtos Globo Filmes, com cara de produção para a televisão, que chega ao cinema. Com direção de Jorge Fernando (Sexo, Amor e Traição) e elenco que está no ar em novelas da emissora, o longa apela para o humor rasteiro e com pouca inspiração para tentar arrancar algum sorriso do público.

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A história caberia muito bem em qualquer folhetim, afinal é repleta de personagens e subtramas paralelas. Dona Dina (Ary Fontoura) é uma viúva, mãe de três filhos e sem um lar para morar, pois ninguém quer cuidar dela. Marcelo (Lucio Mauro Filho) é músico, pai de um recém-nascido e praticamente sustentado pela mulher (Taís Araújo).

César (Marcello Antony) é um advogado hipocondríaco casado com uma megera (Giulia Gam), que só pensa na festa de debutante da filha. E ainda há o mais velho, Marcos Vinicius (Diogo Vilela), um político corrupto que tenta se reeleger, casado com o protótipo da loura-burra (Ludmila Dayer).

O que se pode chamar de trama em A Guerra dos Rocha é um jogo de empurra entre dois irmãos que não assumem cuidar da mãe, que só traz problemas. Na casa de Marcelo, ela tira tudo do lugar e só reclama. Também não pode morar com César porque não se dá bem com a nora, e nem com Marcos Vinicius, porque o envergonha.

Enquanto os filhos e noras discutem o que fazer com dona Dina, ela sai para passear. Mais tarde, depois de muita procura, os parentes são informados pelo IML que ela foi atropelada e precisam que alguém reconheça o corpo. Os filhos a reconhecem por causa da roupa que usava. E começam a organizar o velório.

Dona Dina, porém, está na casa de sua amiga Nonô (Nicette Bruno), reclamando dos filhos. Quando as duas se tornam reféns de dois assaltantes, as coisas mudam de figura. Trancadas no banheiro, lavam a roupa suja em relação aos respectivos filhos.

Nessa comédia de erros, roteirizada por Maria Carmem Barbosa, a partir da peça Esperando La Carroza, de Jacobo Langsner, há pouco espaço para a imaginação do público. Tudo é muito previsível.

Jorge Fernando mantém o mesmo estilo histérico de suas novelas de televisão com direito a guerra de comida na mesa do almoço. Porém, não é um humor anárquico ou politicamente incorreto. Está mais para o grotesco.

Reuters





 
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