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Filme argentino 'Infância Clandestina' ganha Colón de Ouro

24 nov 2012 13h42
| atualizado às 23h37
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O filme Infância Clandestina, do argentino Bejamín Ávila, ganhou o Colón de Ouro, o máximo prêmio do Festival de Cinema Ibero-americano de Huelva, decisão revelada neste sábado (24) pela porta-voz do júri, a atriz Irene Visedo.

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Ernesto Alterio, Natalia Oreiro, César Troncoso e Teo Gutiérrez Moreno são os protagonistas do filme de Ávila, uma co-produção de Espanha, Brasil e Argentina que mostra, com toques autobiográficos, a luta de ativistas contra a ditadura argentina vista pelos olhos de uma criança.

O diretor é produtor de programas educativos para a televisão, além de roteirista e diretor de curtas-metragens, e ganhou vários prêmios internacionais por seu documentário Nietos (2004), sobre os filhos de desaparecidos cujas identidades foram restauradas pelas Abuelas de La Plaza de Mayo.

Além disso, o júri outorgou o Prêmio Especial ao filme mexicano Mai morire, de Enrique Rivero; e duas menções especiais a Claudio Amaral Peixoto pela direção de arte do filme O Palhaco, de Selton Mello; e uma última ao conjunto de atores e atrizes do filme argentino Ni un hombre más>/i>, de Martín Salinas.

O Colón de prata de Melhor Direção foi para Kenya Márquez por Fecha de Caducidad (México, 2012). O Colón de prata à Melhor Atriz foi para Alicia Rodríguez por sua interpretação em "Joven y alocada" (Chile, 2012), de Marialy Rivas, e o Colón de prata ao Melhor Ator foi outorgado a Pablo Pinto por seu papel em "De martes a martes" (Argentina, 2012), de Gustavo Fernández Triviño.

O Colón de prata ao Melhor Roteiro foi para Martín Salinas por Ni un hombre más (Argentina, 2012) e o Colón de prata à Melhor Fotografia para Adrián Tejido por O Palhaço.

A Caravela de prata ao Melhor Novo Diretor foi para Gustavo Fernández Triviño por De martes a martes. O Prêmio do Público ao Melhor Longa-Metragem, eleito pelos espectadores que depositaram seus votos ao fim de cada sessão, foi para O Palhaco.

O espanhol

Koala

, de Daniel Remón, ganhou o Prêmio de Melhor Curta-Metragem e o mexicano

La tiricia o cómo curar la tristeza

, de Ángeles Cruz, obteve uma Menção Especial.

O Prêmio Marvin & Wayne foi para o argentino Lo que haría, de Natural Arpajou.

Quanto ao prêmio Manuel Barba ao melhor roteiro da Associação da Imprensa de Huelva foi para Ni un hombre más; e a Chave da Liberdade, que os internos da penitenciária de Huelva escolhem, foi para Estrella del Sur.

EFE   
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