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A Frente Moura de Libertação Islâmica (FMLI), movimento separatista filipino, apoiou hoje a intenção do Governo do país de censurar a exibição do polêmico filme "O Código da Vinci". Khaled Moussa, vice-porta-voz da FMLI, disse em comunicado que o filme de Ron Howard pode promover a "falta de religiosidade" na maioria católica do país. O movimento rebelde luta para estabelecer um Estado islâmico no sul do país, onde a maioria da população é muçulmana. A nota publicada em seu site diz que abusar da liberdade de expressão não pode trazer bem algum. O filme é "blasfemo", acusa o FMLI, porque atribui a Cristo características que não o mostram como profeta. Esta semana, o ministro da Presidência filipino, Eduardo Ermida, também chamou o filme de "blasfemo". Mas ele ressaltou que só o escritório de censura pode proibir a sua exibição no país. "Depende do Birô de Revisão e Classificação de Cinema e Televisão (MTRCB). Mas, como bom católico, e é minha opinião pessoal, não vejo como uma nação católica pode tolerar que essa trama seja difundida em nome da liberdade de expressão", disse Ermida. "Acho que vai ofender a sensibilidade dos filipinos e devemos fazer o possível para que não seja exibido", opinou.
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