> Diversão  > Cinema e DVD

  notícias por e-mail fale conosco rss  
 Especiais
Berlim 2009
Festival de Cannes
Festival de Gramado
Festival do Rio
Globo de Ouro 2009
33ª Mostra de SP
Oscar 2009

 Sites Relacionados
Fox Film
Fox Vídeo
Diversão
TV
Guia de Cidades
Séries de TV
Sonora


 Notícias por E-mail
Receba as últimas notícias no seu e-mail

 Fale Conosco
Mande suas críticas e sugestões. Participe!


Cinema e DVD
Domingo, 18 de maio de 2003, 20h27 
Carandiru tem recepção moderada em Cannes
 
Divulgação
Cena de Carandiru
Multimídia
Áudio e vídeo
» Assista ao trailer de Carandiru
Notícias
» Saiba tudo sobre Cannes 2003
» Confira a lista dos premiados em Cannes 2003
» Elephant, de Gus Van Sant, recebe Palma de Ouro
Multimídia
Galerias de fotos
» Os vencedores de 2003
» Atriz brasileira Clara Choveaux atrai atenção
» Elenco de Carandiru no festival
» Nicole Kidman rouba a cena
Áudio e vídeo
» Nicole Kidman vira musa do Festival
» Cena de sexo oral provoca polêmica em Cannes
» Penelope Cruz arrasa em Cannes no primeiro dia do Festival
Últimas de Cinema & DVD
Busca
Busque outras notícias no Terra:
A primeira exibição de Carandiru, o concorrente brasileiro à Palma de Ouro, na noite deste domingo (18) em Cannes, foi recebida com aplausos moderados e até um princípio isolado de vaia.

Vários jornalistas haviam deixado o Grand Théatre Lumière em momentos diferentes do filme - de 2h32 de duração -, mas nada que representasse risco de esvaziar a grande sala de projeção (com cerca de 2.000 lugares). No final das contas, se não pôde ser considerada uma recepção calorosa, não ocorreu nenhum desastre.

Boa parte da platéia inclusive riu em alguns momentos não tão tensos, como no caso das brigas entre as duas mulheres de Majestade (Ailton Graça), Dalva (Maria Luísa Mendonça) e Rosirene (Aida Lerner), e das aparições do travesti Lady Di (Rodrigo Santoro), especialmente na sequência de seu "casamento" com Sem Chance (Gero Camilo).

A longa sequência da rebelião e do massacre dos 111 presos, em 1991, foi acompanhada em absoluto silêncio.

Estão previstas duas outras exibições do filme, uma a partir das 22h deste domingo, numa sala bem menor, a Bazin (em torno de 300 lugares). A terceira exibição será na sessão de gala, marcada para esta segunda-feira (19), a partir das 22h30 (horário local), também no Lumière.

É esta última que repercute mais na imprensa e nas colunas sociais, já que é aí que comparecem o diretor e o elenco do filme, sempre em trajes black tie, assim como a platéia de convidados.

As críticas de maior peso só deverão estar disponíveis nos jornais na terça-feira, já que a primeira sessão acabou por volta das 21h30.

Mas, para a decisão da Palma de Ouro, o que conta mesmo é a decisão do júri, cujos desígnios são sempre imprevisíveis porque dependem de intensas negociações entre membros não raro muito diferentes entre si. Neste ano, o conselho é presidido pelo diretor Patrice Chéreau, de Intimidade e A Rainha Margot.

Na entrevista coletiva, também nesta segunda a partir das 12h30 (horário de Brasília), estão confirmadas as presenças do diretor Hector Babenco, do médico Drauzio Varela, autor do livro Estação Carandiru, em que se baseou o roteiro, além dos atores Rodrigo Santoro, Caio Blat, Aida Lerner e Maria Luísa Mendonça.

Por coincidência, a coletiva do filme brasileiro foi programada para logo depois Dogville, de Lars von Trier (cuja primeira exibição ocorre nesta segunda pela manhã).

Uma boa medida da repercussão de Carandiru, aliás, será se os jornalistas que vierem para a coletiva do filme de Von Trier permanecerem no salão de conferências do Palais du Festival depois da saída do diretor dinamarquês e da musa Nicole Kidman, estrela do filme que é considerado a grande sensação deste festival, cuja seleção este ano, no entanto, vem sendo considerada fraca de modo geral.

A vinda do filme brasileiro, em todo caso, é importante por si mesma. Em primeiro lugar, porque representa a volta do Brasil à competição principal em Cannes depois de três anos de ausência - a última vez foi em 2000, quando o competidor brasileiro foi Estorvo, de Ruy Guerra.

Para Babenco, a volta à disputa da Palma de Ouro também é, em si, uma chance de revanche. O diretor argentino-brasileiro já havia concorrido aqui em 1998, com Coração Iluminado, que foi bastante mal-recebido naquele festival.


 

Reuters

Reuters Limited - todos os direitos reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.

 
 » Conheça o Terra em outros países Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2009,Terra Networks Brasil S/A   Proibida sua reprodução total ou parcial
  Anuncie  | Assine | Central do Assinate | Clube Terra | Fale com o Terra | Aviso Legal | Política de Privacidade