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| 7º Festival de Cinema Judaico vai até o dia 24 de novembro |
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Entre os dias 17 e 24 de novembro, é realizado em São Paulo a 7ª edição do Festival do Cinema Judaico com produções inéditas e temática raramente explorada no circuito comercial nacional.
No festival serão exibidos dez filmes de ficção e 18 documentários (quatro deles brasileiros), nas salas do clube A Hebraica, do Centro de Cultura da Cultura Judaica de São Paulo, CineSesc e MIS. À exceção de dois documentários brasileiros, todos as produções são inéditas no Brasil.
"Com esta parceria com o clube Hebraica, o Centro da Cultura Judaica pretende divulgar, por meio do cinema, uma das inúmeras facetas da vasta Cultura Judaica e Israelita contemporânea para a grande sociedade paulista e brasileira. Com este pioneirismo de iniciativa no Brasil, traremos periodicamente novos filmes e assuntos que certamente serão de grande interesse daqueles que querem conhecer mais a fundo o amplo espectro Judaico", comemora Raul Meyer, vice-presidente do Centro da Cultura Judaica.
As exibições darão ao público a oportunidade de conferir a temática judaica no cinema. A edição anterior do evento, em 2001, contou com um público de mais de 17 mil pessoas.
Além das exibições, o festival fará uma homenagem ao cineasta brasileiro David Perlov, reconhecido pelo júri do tradicional Prêmio Israel como um dos fundadores do cinema israelense e o primeiro a ser internacionalmente respeitado por tal feito, com sua habilidade de observar a experiência israelense "de dentro para fora".
O júri, que escolherá o melhor documentário ou o melhor filme, será composto por Tata Amaral (cineasta), Dan Stulbach (ator) e André Sturm (cineasta). O troféu, criado pelo artista plástico paulista Pivo (Sílvio Fisberg), contempla a dupla mais significativa do cinema: cinegrafista e câmera, em tamanho miniatura, feito em massa plástica.
"Muitos diretores e roteiristas superaram sua criatividade ao retratar o universo judaico, que influenciou as sociedades em geral e a própria história mundial. Foi principalmente através do cinema que pudemos entrar em contato mais íntimo com essa cultura tão complexa. Obras-primas como Jewish Luck (Moscou, 1925), Anne Frank Remembered (EUA, 1995) e One Day In September (EUA, 1999) são alguns exemplos que estiveram presentes em edições anteriores do Festival e que serviram para enriquecer um pouco mais nosso currículo cultural", afirma Arthur Rotenberg, presidente da Hebraica.
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