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Ingrid Thulin, importante atriz do cinema sueco que trabalhou em alguns dos filmes mais famosos de Ingmar Bergman, morreu aos 74 anos, informou nesta quinta-feira a agência de notícias TT.
A carreira cinematográfica de Thulin recebeu um grande impulso após sua participação em uma série de filmes de Bergman e posteriormente estendeu sua atividade no exterior.
Em meados dos anos 70 deixou a Suécia e foi morar em Roma, onde lançou sua carreira internacional como atriz.
Thulin permaneceu na capital italiana até o retorno a seu país natal para receber um tratamento especializado no departamento de oncologia do hospital Karolinska de Estocolmo.
Em 1982 estreou como diretora com um filme autobiográfico chamado Brusten Himmel. A atriz escreveu em 1992 um livro de memórias, Naagon Jag Kaende (nome em sueco), no qual narrou detalhes picantes e também desconhecidos de sua vida pessoal e artística.
Foi casada com o sueco Claes Sylwander entre 1952 e 1955, e entre 1956 e 1989 com o engenheiro e produtor Harry Schein, que dirigiu o Instituto de Cinema da Suécia.
Thulin nasceu em 1929 e estreou em 1957 no filme de Ingmar Bergman Morangos Silvestres. Posteriormente, interpretou papéis centrais em outros filmes de Bergman, tais como O Rosto (1958), Nattvardsgaesterna (1963) e Gritos e Sussurros (1982).
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