Megan Fox não quer dividir atenção com outras morenas em Transformers 2
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Se Megan Fox vivesse nas décadas de 40, 50 e 60, talvez ela conseguisse reinar absoluta entre os marmanjos. Nesta época, Hollywood tinha suas mulheres únicas, fossem elas loiras ou morenas, que davam brilho ao grande império cinematográfico.
É o caso de Elizabeth Taylor, que na década de 50 se destacou absoluta como símbolo sexual, aparecendo em produções como Um Lugar ao Sol e Assim Caminha a Humanidade.
Nos dias de hoje, com a reinvenção do cinema hollywoodiano, muitas famosas disputam o "quem pode mais". No caso das morenas, a briga é ainda mais acirrada, uma vez que a indústria cinematográfica procura talentos não somente no território americano, mas também em outros países.
Foi assim que as amigas Salma Hayek e Penélope Cruz entraram no imaginário masculino representando as "latinas calientes", ainda que Penélope tenha vindo da Espanha.
Em filmes como Sabor da Paixão, de Penélope, e Pergunte ao Pó, de Salma, há a clara intenção de mostrar a sensualidade das morenas que vem de fora dos Estados Unidos.
Talvez isso explique a certa fascinação que Hollywood criou por musas, também morenas, como as italianas Monica Belucci, Claudia Cardinale e Sophia Loren.
A israelense Natalie Portman e a francesa Eva Green também entram na lista de atrizes que chegaram ao topo não só pelo talento, como pela beleza que foge ao senso comum.
Não menos valorizadas, as musas locais americanas também mereceram destaque ao longo dos anos. As 'queridinhas' Angelina Jolie, Demi Moore e a prórpia Megan Fox são exemplos típicos.
Se Transformers já não tem espaço para as morenas, com certeza as novas produções vão descobrir outras atrizes que entrarão nesta selecionada lista das poderosas de Hollywood.
- Redação Terra


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