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| Cena de 33, de Kiko Goifman |
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Até 15 de agosto, o clube A Hebraica e o Centro da Cultura Judaica de São Paulo realizam a 8ª Edição do Festival do Cinema Judaico de São Paulo, com produções inéditas e temática pouco explorada no circuito comercial nacional. No dia 16, serão anunciados os premiados na categoria Melhor Ficção, Melhor Documentário e Melhor Filme do Júri Popular.
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Já o Museu da Imagem e do Som de São Paulo exibe, entre 11 a 15 de agosto, uma seleção de filmes e documentários do cinema judaico premiados mundialmente. Nesta edição, o MIS recebe com exclusividade a Mostra Retrospectiva do produtor alemão Artur Brauner, realizada em parceria com o Instituto Goethe, e ainda exibe o programa especial com 18 curtas de animação feitos na Bezalel - Academy of Arts and Design Jerusalém, conhecida escola de artes e design de Jerusalém.
Em sua oitava edição, o festival traz 52 títulos de diferentes países, entre curtas e longas metragens de temática judaica, abordando diferentes aspectos do judaísmo, seja no pensamento, na política, na cultura ou na religião.
Este ano, o festival será dividido em Mostra Competitiva de Filmes de Ficção, Mostra Competitiva de Documentários, Filmes Convidados e Programas Especiais, com filmes que tratam a cultura judaica sob diferentes ângulos. Pela primeira vez, o júri será presidido por um membro internacional: Luis Gutman, diretor do Festival Judaico de Buenos Aires, que está em sua 2ª edição.
Participam da mostra competitiva filmes inéditos e premiados, como o musical Gevatron, dos diretores Sachar Magen e Ayelet Gil, sobre o famoso coral de Israel dos anos 1948 (que vai ser exibido no MIS dia 12 de agosto, às 20h30). Também serão apresentados: as comédias Bit by Bit de J. Metzger (Suécia), Deus é Grande, Eu Não de P. Bailly (França), e o super-herói das causas judaicas The Hebrew Hammer, de J. Kesselman (EUA); dramas como Monsieur Batignole, de G. Jugnot (França), Embaixo d¿Água, de E. Londner (Israel), Mendy, de A. Vardy (EUA) e Passagem Secreta de A Kenovic (UK); e, o policial Sociedade Cemitério de N. Racz (Canadá). Entre os documentários, o destaque é o brasileiro 33 de Kiko Goifman, e o premiado Esqueça Bagdá de Samir sobre judeus do Iraque.
O 8º Festival de Cinema Judaico de São Paulo será exibido nas salas do MIS (Museu da Imagem e do Som), Cinesesc, na Hebraica e no Centro de Cultura Judaica.
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