| Tamires Kopp/PressPhoto/Divulgação |
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| "O tema é muito forte mundialmente, tem uma mensagem de vide e mexe muito com a Academia", disse Monjardim sobre indicação de Olga como representante brasileiro no Oscar |
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Ao fundo, era possível ouvir o barulho das vozes comemorando a indicação de Olga como o brasileiro indicado a concorrer uma das cinco vagas no Oscar 2005, mas Jayme Monjardim tenta manter o pé no chão. "Este é apenas o primeiro passo, mas estou muito orgulhoso", disse.
Olga vai representar o Brasil no Oscar 2005
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Sobre ter concorrido com outros oito filmes, Jayme descarta qualquer possível vantagem que o filme tenha levado sobre os outros concorrentes. "Imagina, todos eram muito bons. Redentor e O Outro Lado da Rua são excelentes", reforça. "Não importa qual o filme, o Brasil tem que se unir."
No calor das emoções e extasiado por ser indicado por seu primeiro filme, Jayme ainda não sabe ao certo como será a próxima etapa para tentar a vaga nesta edição da premiação, no entanto, sabe que começa uma nova e árdua tarefa. "Agora começa o trabalho político. Viajar para os Estados Unidos tem de ser já e não perto do Oscar", enfatizou.
"O tema é muito forte mundialmente, tem uma mensagem de vida e mexe muito com a Academia", refletiu Monjardim sobre a escolha de seu filme, que foi baseado no livro de Fernando Morais e conta a história de Olga Benario, líder comunista e mulher do revolucionário Luiz Carlos Prestes.
As críticas que o filme recebeu, de que esteticamente se parece muito com uma novela, não tiram a empolgação e o empenho do diretor em promover o filme. "Foram 7 anos de trabalho e mais de 2,5 milhões de pessoas já viram o filme. São dois críticos falando mal do projeto e isso não me abala. O que importa é que as pessoas gostaram".
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