Gloria Peres vive a mãe do presidente Lula no longa
Foto: Elaine Lina/Terra
A falta de lugares na sala onde será exibido o filme Lula, o Filho do Brasil causou tumulto e gerou críticas por parte dos produtores do longa.
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Antes de começar a exibição do filme, o diretor Fabio Barreto reclamou da sala lotada e pediu para que pelo menos 30 pessoas se levantassem em fila para dar lugar ao elenco do filme, que segundo ele, não tinha lugar para sentar.
O diretor foi então vaiado pela plateia que se recusou a levantar. Luis Carlos Barreto, pai do diretor, também foi alvo de vaias quando subiu ao palco para fazer um alerta: afirmou que a sala estava superlotada, com pessoas sentadas no chão e disse que as pessoas estavam correndo risco de vida.
"Nos comprometemos a fazer uma sessão extra para quem está sentado nas escadas, mas vocês estão correndo perigo de vida, se quiserem ficar fiquem, mas a responsabilidade não é nossa", disse. O público reagiu gritando "cala a boca".
Irritado com as vaias, Luis Carlos Barreto disse que iria embora e que era uma irresponsabilidade o elevado número de pessoas ali.
O pai do diretor do filme ainda disse que já havia avisado o vice-governador do Distrito Federal, Paulo Otavio, sobre a superlotação da sala e que era um absurdo iniciar o filme daquela forma.
Outro lado
Ao Terra, a equipe coordenada por Fernando Adolfo, organizador do festival, garantiu que três fileiras foram reservadas em lugares privilegiadas para o elenco, mas políticos e autoridades conseguiram entrar no teatro sem convites e ocuparam as cadeiras.
A questão da falta de segurança, citada pelo produtor Luis Carlos Barreto, também irritou o secretário de cultura do Distrito Federal, Silveste Gorgulho. "Só não subi ao palco porque não quero criar polêmica. A brigada de incêndio estava completa. Mesmo com a lotação, a segurança estava garantida."
- Redação Terra


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