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| Dan Brown é o bem-sucedido autor do livro O Código da Vinci |
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Poucas obras da literatura geraram tanta polêmica quanto O Código da Vinci. Além de "carregar" todas elas, os produtores do filme sabem como usá-las a seu favor. O mistério na divulgação do longa-metragem também acompanha o clima de "suspense" e investigação gerado pelo longa-metragem, que por sua vez, foi inspirado no livro do bem-sucedido autor Dan Brown.
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Best-seller absoluto nas livrarias, O Código da Vinci gerou várias questões a respeito das histórias bíblicas e questionou o poder e a autoridade da Igreja Católica durante seus anos de glória. Ousou também falar que Jesus foi casado com Maria Madalena, com quem teve filhos de uma "linhagem real".
Nada disso se compara, porém, às diferentes reações do público e principalmente dos órgãos afetados. Se levado a sério, o livro poderia muito bem destruir a imagem de uma igreja que por anos se estabeleceu como a com maior número de devotos no mundo.
Ao criar o livro, Dan Brown incluiu várias conspirações, muitas sem fundamento. Dentre elas, a pirâmide do museu Louvre teria 666 telhas de vidro, Maria Madalena estaria grávida de Jesus quando ele foi crucificado e Leonardo da Vinci tinha as respostas para as conspirações do catolicismo. Segundo a história de Dan Brown, a organização católica Opus Dei seria na verdade uma seita de interesses políticos.
Quem ganhou mais trabalho com toda a polêmica foram os guias turísticos do Museu do Louvre, na França. As visitas aumentaram consideravelmente com o lançamento do livro e muitos dos visitantes acreditam que a história é realmente verdadeira. Apesar de algumas delas serem baseadas em pesquisas fundamentadas por cientistas e arqueólogos, mais da maioria saíram da imaginação de Dan Brown, que já foi até mesmo acusado de plágio em sua obra.
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