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O ministro da Presidência filipino, Eduardo Ermida, disse nesta quarta-feira que corresponde ao escritório de censura decidir se o polêmico filme O Código Da Vinci pode ser projetado no país, mas afirmou que sua opinião pessoal é de que é "blasfemo" e deve ser proibido.
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"Depende do Birô de Revisão e Classificação de Cinema e Televisão (MTRCB), mas, como bom católico, e esta é minha opinião pessoal, não vejo como uma nação católica pode tolerar que essa trama seja propagada em nome da liberdade de expressão", disse Ermida em entrevista coletiva.
O ministro disse que se deve fazer o possível para que o filme de Ron Howard não seja projetado nas telas filipinas, e ressaltou que o MTRCB "deve estudar suas próprias diretrizes e ver se é possível permitir que essa história seja divulgada em público em um país católico".
"Acho que ofenderá a sensibilidade dos filipinos. Acho que devemos fazer todo o possível para que não seja projetado, porque, em último caso, é blasfemo", insistiu.
No entanto, Ermida disse não saber qual é a opinião da presidente, Gloria Macapagal Arroyo, que se declara católica devota, e disse que a questionará sobre isso.
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