Cena do longa 'Myn Bala', produção de US$ 7 mi que narra vitória dos cazaques sobre os mongóis há dois séculos
Foto: Cortesia Kazakh Films/Divulgação
Cinco anos atrás, o humorista britânico Sacha Baron Cohen colocou o Cazaquistão no centro dos holofotes com sua sátira Borat, que retratou os cidadãos cazaques como atrasados e rudimentares. Agora, quando tudo o que foi mostrado há meia década já começa a cair no esquecimento, o país se prepara para mudar sua imagem perante o exterior, investindo pesado na indústria cinematográfica.
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A invasão do cinema nacional é capitaneada pelo épico Myn Bala, a história real de como o povo do país evitou a tomada mongol dois séculos atrás. O governo da autocracia investiu os US$ 7 milhões necessários para a empreitada. Além desse, outros 20 filmes estão sendo produzidos atualmente no Cazaquistão, quase todos com financiamento oficial.
O ministro do Turismo afirma que as produções devem ajudar a melhorar a imagem do país no exterior, portanto o investimento estatal em filmes seria válido.
Em 2007, dados oficiais afirmavam que a visita de estrangeiros no país havia crescido 30% graças ao longa Borat.

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