| Reuters |
 Tim Robbins disputa prêmio de melhor ator coadjunvante |
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A champanhe já está no gelo, os vestidos estão prontos, o cabelo perfeitamente arrumado e as limusines polidíssimas. Hollywood se prepara no domingo para seu grande dia: a 76ª cerimônia do Oscar.
A segurança foi reforçada tanto tecnológica quanto humanamente no teatro Kodak, onde acontece o Oscar há três anos consecutivos, com praticamente um policial em cada esquina e com 500 fãs do lado de fora para ver a entrada das estrelas pelo tapete vermelho.
Pela primeira vez, a segurança também será reforçada no palco. O show que costumava ser ao vivo - e produzido pela primeira vez pelo ex-diretor dos estúdios Disney Joe Roth - será transmitido para todo o mundo com cinco segundos de atraso, no caso de alguma estrela decidir mostrar os seios ou fazer algum outro gesto desagradável à la Janet Jackson no show do intervalo do Super Bowl.
Os produtores prometeram que o atraso não vai ser usado para censurar comentários políticos pelos premiados da Academia ou apresentadores.
Estão concorrendo a prêmios este ano alguns dos mais francos partidários políticos de Hollywood, incluindo os indicados a melhor ator coadjunvante Alec Baldwin e Tim Robbins e a mulher de Robbins, Susan Sarandon. Além deles, o forte opositor à guerra no Iraque, Sean Penn, pode levar o Oscar de melhor ator por sua atuação em Sobre Meninos e Lobos.
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