O filme discute o consumo. É mais um docudrama do que um documentário. Não há um diálogo em 1,99 e toda palavra que aparece é impressa. Masagão, o diretor, conseguiu falar sobre o consumo como um mal contemporâneo e sobre a exclusão social. 1,99 prova que com pouco dinheiro podem fazer-se filmes de visual elaboradíssimo. E há o fascínio da música de Wim Mertens. 1,99 reinventa a noção da obra aberta de Umberto Ecco.