O documentário do diretor Paulo Sacramento funciona como uma espécie de contraponto e até de complemento ao relato ficcional de Carandiru, do diretor Hector Babenco. Partindo do mesmo universo - o então maior presídio da América Latina, o Carandiru -, o documentário procurou inverter a mão do cinema, entregando câmeras digitais aos presidiários para que filmassem sua própria versão do que acontecia dentro daquelas paredes.