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Fernando Coimbra, diretor de Castelo de Areia, explica como fez um filme de guerra sem o patriotismo americano (Entrevista exclusiva)

"Se fosse para contar um novo American Sniper, isso não me interessaria".

21 abr 2017
08h17
atualizado às 10h48
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O brasileiro Fernando Coimbra acaba de ter uma experiência inusitada em sua carreira ao dirigir Castelo de Areia, produção da Netflix estrelada por atores como Henry Cavill, Nicholas Hoult e Logan Marshall-Green. O tema parece distante da nossa realidade: este é um filme de guerra sobre a invasão americana no Iraque, escrito por um soldado norte-americano.

Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

Mesmo assim, o diretor do ótimo O Lobo Atrás da Porta explicou como conseguiu subverter as regras, criando um filme avesso ao patriotismo, capaz de representar os dois lados do confronto com o mesmo humanismo. Ou seja, não espere mais uma história sobre valentes americanos salvando o mundo.

Coimbra ainda discute assuntos delicados como a política externa de Donald Trump, a liberdade de expressão num filme de indústria americano e o fato de fazer um filme cheio de efeitos especiais que será visto nas televisões de casa, ao invés da sala do cinema.

Castelo de Areia estreia na Netflix dia 21 de abril.


Castelo de Areia

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