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Versão live-action de Aladdin será um musical cheio de energia, declara produtor

Guy Ritchie está no comando da obra.

20 mar 2017
15h34
atualizado em 24/3/2017 às 11h53
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Apesar do grande sucesso de Moana - Um Mar de Aventuras, faz tempo que o principal foco da Disney deixou de ser a criação de conteúdos originais. Capitalizando bastante com suas franquias da Marvel e os filmes relacionados à saga Star Wars, o último filão descoberto pela companhia criada por Walt Disney é a produção de versões live-action para suas animações mais famosas. E a empreitada vem dando certo: A Bela e a Fera, a mais recente produção do estúdio, deve se tornar uma das maiores estreias do ano. O longa já é um sucesso de público (coletou mais de U$ 350 milhões em apenas três dias) e de crítica - o filme é "uma bem-vinda dose de magia e encantamento" segundo a crítica do

Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

AdoroCinema

. A próxima grande aposta da Disney neste campo é Aladdin.



Com Guy Ritchie no comando, a reimaginação do clássico de 1992, ganhador de dois Oscar (Melhor Canção Original e Melhor Trilha Sonora), será um "musical enérgico". Durante uma entrevista para a

Vulture

, o presidente de produções da Disney, Sean Bailey, comentou sobre a escolha do diretor para o projeto e sobre o tom do longa: "Guy ficou muito interessado em dirigir um filme da Disney e nós conversamos muito sobre isso. Quando falamos sobre

Aladdin

, ele disse: 'Minhas histórias são sobre malandros das ruas. É isso que sei fazer. E Aladdin é um malandro clássico e que faz o bem'. Guy tem sua própria versão da história. Mas ele queria honrar e respeitar a Disney. Nós não queremos fazer algo que seja padronizado porque temos medo de nos tornarmos criativamente complacentes. E um musical enérgico da Disney dirigido por Guy Ritchie é algo que nunca fizemos antes".



Ainda que Bailey reconheça que as expectativas sobre a adaptação são grandes, ele também se mostrou confiante em relação ao trabalho de Ritchie. Apesar de não estar acostumado à linguagem dos musicais, Ritchie é certamente um diretor competente, habituado a criar comédias criminais, de aventura e de ação - elementos importantes da animação que traz Robin Williams no papel do Gênio. Além disso, o realizador também já provou que sabe trabalhar sob a lógica de produção de grandes estúdios (Ritchie produziu O Agente da U.N.C.L.E. e Rei Arthur - A Lenda da Espada para a Warner Bros).



Por outro lado, a energia musical de

Aladdin

não deve ser compartilhada por Mulan, adaptação que será comandada por Niki Caro. Segundo Bailey, a intenção do estúdio é fazer algo "novo": "

Mulan

é claramente uma história de empoderamento feminino mas nós também podemos trazer algo de novo para esta adaptação, deixá-la com mais ação, mais força e com um toque de Ridley Scott. Obviamente a ideia de trabalhar com colaboradores chineses também é uma oportunidade interessante", afirmou a diretora, em consonância às declarações de Caro de que o filme será um "espetáculo feminino de artes marciais".



Aladdin

ainda não tem previsão de estreia.

Mulan

, por sua vez, deve chegar aos cinemas no dia 1º de novembro de 2018. Outra produção nos mesmos moldes é a versão live-action de O Rei Leão, dirigida por Jon Favreau e protagonizada por Donald Glover e James Earl Jones.

AdoroCinema

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